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domingo, 4 de junho de 2017

Álbum NÃO virtual de fotos de Família

Essa semana, chegou pela transportadora, um envelope cheio de histórias

Tudo começou mesmo anos atrás, quando peguei emprestado o álbum de família e digitalizei as fotos; algumas foram escaneadas outras foram fotografadas com máquina DSLR.

Ao longo desse tempo todo fui "tratando" uma imagem aqui, outra ali, até uma noite no finalzinho de março, quando comprei um lote promocional de 100 fotos num serviço de impressão online.

As regras de uso incluíam dois meses de prazo para enviar as fotos e resolvi que precisava desse empurrãozinho para tirar da lista de tarefas esse projeto antigo: Meu próprio álbum de fotografias.

Na contramão de ter as fotos na nuvem, eu queria o álbum de papel, tradicional, de pegar, para abrir nas tardes de férias e folhear tomando uma xícara de chocolate quente.

Por R$29,90 mais os R$14,98 do frete, uma infância inteira impressa em papel fosco 10x15 agora está ali na estante.




Não precisa ter máquina nem ser editor de imagens profissional para fazer esse projeto.

A parte difícil é digitalizar os álbuns antigos e a parte fácil é ficar de olho nos cupons de fotos promocionais.

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Info: Fotos feitas pela autora. 

domingo, 19 de março de 2017

Digitalização de Fotos Antigas: A importância do Verso

Anteriormente, aqui no amogenealogia, já falamos de digitalização de fotos antigas, inclusive sobre os processos de foto da foto e scanner.

Correndo o risco de soar desnecessário para os veteranos para não correr o risco de deixar uma lacuna para os ingressantes, fica a dica:

Nunca se esqueça de digitalizar o verso das fotografias.

O hábito abençoado de grafar legenda no verso já ajudou muitos pesquisadores a resolver mistérios e também já criou muitos mistérios não resolvidos.




Essa foto que ilustra a postagem veio dos arquivos do meu falecido avô, e é da família de Artur Panini, de Santa Catarina.

A família Panini faz parte do ramo que compõe a parte materna da parte paterna do meu ramo paterno. (Sim, genealogia ás vezes dá nó na língua e na cabeça).

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Info: Foto dos arquivos de meu avô Dorival, cedida pela minha avó.

domingo, 17 de abril de 2016

Digitalização de Fotos em papel texturizado

Todo baú de família tem seus bonitos exemplares dos antigamente chamados retratos; Fotografias reveladas em papel texturizado.

São peças únicas lindíssimas que geram um problema na hora da digitalização: O scanner entende a textura como parte da imagem e gera o que gosto de chamar de "morros de pixels".



Os melhores scanners que testei geraram os piores resultados na leitura da textura, o que é ligeiramente óbvio se a gente pensar na imagem como um todo, mas é igualmente frustrante.

Para se inserir nos sites e apps de genealogia, a textura digitalizada dá até um charme, mas ao imprimir cópias, as fotografias ficam parecendo pixeladas.

A solução mais prática e simples é digitalizar a fotografia através da técnica "Foto da foto".

Imprimir em papel texturizado pode ajudar a diminuir o efeito caso a imagem seja bem limpa e com poucos detalhes ou piorar caso tenha um cenário complexo. 



A digitalização Foto da foto perde detalhes, incluindo cores e manchas, o que pode ser uma coisa boa, em alguns casos. 

Desnecessário dizer que como tudo o mais em genealogia, esse processo se enquadra em "caso a caso".


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Info: Digitalização feita pela autora. A bonita foto que ilustra essa postagem é da Dona Elida e foi autorizada gentilmente por ela para ilustrar esse experimento.

sábado, 23 de março de 2013

Digitalização de Fotos: Scanner


Introdução

A forma mais popular de digitalização de fotos antigas é através do uso do scanner.
(Como essa postagem não se destina a usuários avançados não será feita uma resenha ou avaliação de modelos de scanners e seus prós e contras.)

As imagens dessa postagem foram escaneadas numa multifuncional de uso doméstico de quase dez anos de uso.

Resolução de Imagem

Nessa imagem à esquerda metade da imagem está em 300 dpi de resolução e a outra metade em 600 dpi, respectivamente metade esquerda e metade direita.

[Wiki: DPI significa Dots por Inch e é -a grosso modo- uma medida para quantificar a qualidade da imagem.

* Pra entender melhor: Wikipedia: PPI e Wikipedia: Resolução de imagem]


O mais importante elemento da digitalização é ao meu ver, a resolução. Imagens de baixa resolução serão mais disformes e embaçadas do que as de maior resolução e isso dificulta todo o processo de tratamento da imagem.

E faz diferença?

É provável que você tenha olhado bem a imagem e pensado consigo mesmo que não há nada de relevante no tocante a diferença da qualidade da imagem nos dois lados da fotografia. Clicando na imagem para vê-la em tamanho maior, as diferenças se acentuam.

É claro que quando se trata de uma imagem muito ruim, a resolução não parece fazer quase nenhuma diferença. O mesmo acontece com imagens pequenas. Contudo, os pixels a mais costumam melhorar muito a imagem como exemplificado abaixo. (Clique para ampliar)


Para escanear a foto foi utilizado o próprio software da multifuncional e nenhum ajuste de cor no programa.
A imagem foi escaneada em 200 dpi, resolução padrão do programa, em 300 dpi, resolução padrão para tratamento de imagens e em 600 dpi.

Quanto maior a resolução maior será o tamanho final do arquivo e isso pode ser um problema quando muitas imagens serão digitalizadas.

Afinal de contas em que resolução devo escanear minhas fotos?

Pra encurtar as explicações técnicas e resumir os debates teóricos: 300 dpi é a resolução mais indicada em termos de custo-benefício, já que um ajuste de nitidez é suficiente pra melhorar o resultado final da digitalização.




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Info: Ilustração fotográfica feita pela autora. Foto de Família.


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