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domingo, 30 de outubro de 2016

Pesquisando para Pesquisar em Cartórios Brasileiros

As pessoas que convivem comigo, vez por outra me ouvem afirmar uma das verdades mais absolutas da vida: "Se está fácil demais, está errado"

Talvez seja por isso que a pesquisa mais eficiente para dados corretos em genealogia, no Brasil, passe inevitavelmente pelos cartórios.

Já falamos sobre isso anteriormente aqui no blog, inclusive sobre a mão de obra, os custos e a chateação que envolvem essas buscas. É claro que que isso leva a outras máximas da vida como "Sem dor, sem resultado" ou "Tudo na vida tem um preço".

Se você estiver pensando em adotar a linha da pesquisa em cartórios, mas está perdido sobre como ou onde começar, uma boa opção é telefonar ou escrever para o cartório da cidade a ser pesquisada.

Alguns sites além do google ajudam nessa busca, dos quais recomendo o:

Anoreg/BR (Associação dos Notários e Registradores do Brasil)


Também gosto de pesquisar em CartoriosBr.

Dificilmente os cartórios respondem por E-mail, mas em geral a resposta via contato telefônico é boa.

Nesse meio tempo não se esqueça de que as máximas da vida sempre se aplicam muito bem à genealogia.




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Info: Ilustração da tag de uso livre não comercial.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Pesquisa em Cartórios Brasileiros

Pesquisadores interessados em deixar sua pesquisa genealógica organizada com fontes ou pesquisadores que tem pouco ou nenhum contato com parentes costumam se valer da pesquisa de certidões de nascimento, casamento ou óbito, feitas nos cartórios, para progredirem na pesquisa genealógica.



Os Prós: 

1. A certidão de nascimento costuma qualificar o indivíduo, seus pais e avós.

2. A certidão de óbito costuma mencionar cônjuge e filhos.

3. A certidão de casamento costuma trazer dados de local de nascimento, estado civil e idade dos noivos e nome de seus pais.


Os Contras: 

1. Não há uniformidade no procedimento de requerer certidões.

Se você já foi pesquisar em cartórios, deve saber que a última coisa que se pode criar é expectativa.
"Pode ser que" é a sentença que mais se aplica ao caso.

Pode ser que o cartório faça uma pesquisa. Pode ser que a pessoa lhe atenda com algum respeito. Pode ser que não realizem a pesquisa. Pode ser que cobrem só para verificar se existe o registro. Pode ser que lhe digam para procurar em outro lugar. Pode ser que se recusem a lhe atender. Pode ser que a pessoa que lhe atender se interesse e lhe ajude na pesquisa. Pode ser que te deixem consultar o livro.

Essa disparidade é o que mais desanima o pesquisador. Comigo já ocorreu de a pesquisa ser feita na hora [com o nome dos pais dos indivíduos que eu procurava], me deixarem olhar o livro [sob supervisão], fazer anotações sem que nada fosse cobrado e ainda me darem informações de registros que eu desconhecia.

Também já ocorreu do atendente fazer um extremo "pouco caso", dizer em tom ameaçador que cobraria para pesquisar e me olhar com cara de "não-estou-nem-um-pouco-a-fim-de-fazer-a-sua-pesquisa".



Há um artigo muito interessante sobre esse tema intitulado Genealogia da Burocracia.

2. Custos

Novamente o problema de uniformidade: Há cartórios que cobram a pesquisa e os valores podem variar de R$11 à R$200, segundo dados coletados por pesquisadores.

Acredita-se que a pressuposição dos cartórios de que a pesquisa genealógica exista com fins de cidadania estrangeira estimule as cobranças de altos valores.


Informações Importantes:

- A maior parte dos cartórios informa por telefone se faz ou não a busca e os custos desse tipo de pesquisa.

- Cada estado tem sua tabela de custas. Exemplo: Tabela de SP.

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Info: Fotos feitas pela autora.

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