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domingo, 24 de junho de 2018

Antenati


Quase todo brasileiro tem origens italianas, das mais diversas partes da bela Itália.
Se você faz parte dessa estatística e está procurando por documentos do ramo italiano da família não pode deixar de ter o Antenati na sua lista de fontes favoritas.

O portal tem muitos registros digitalizados em imagens de excelente qualidade e se destina a permitir ao usuário consultar gratuitamente as reproduções digitais dos registros civis, censo e outros documentos de caráter genealógico, conservados em cada um dos Arquivos Estatais italianos.

A versão em português é limitada mas há a opção de ler em inglês ou a versão completa em italiano.




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Info: Imagem oficial do site, reproduzida somente para divulgação do portal.

domingo, 26 de março de 2017

Acervo digital do Museu da Imigração de SP

No circuito de lugares favoritos dos genealogistas brasileiros, figura sempre o Museu de Imigração do Estado de São Paulo.


Na primeira vez que fui pesquisar registros da hospedaria em busca de dados genealógicos, o Museu da Imigração era conhecido como Memorial do Imigrante. A pesquisa já era organizada, mas era feita in loco, lá na Mooca. (Essa frase ficou engraçada).

Hoje, o museu tem mais de 250 mil imagens digitalizadas, disponíveis para consulta online que incluem:

Iconografias; Documentos que solicitam restituição das despesas de transporte dos imigrantes até a chegada ao Brasil; Dados do livro de registro das pessoas que passaram pela Hospedaria de Imigrantes; Mapas e plantas referentes a núcleos coloniais, plantas da antiga Hospedaria de Imigrantes e do Museu da Imigração; Publicações de colônias de imigrantes no Brasil, com edições entre os anos de 1886 e 1987; Documentos que declaravam uma garantia de auxílio ao imigrante que pretendesse se juntar à sua família já instalada no Brasil.




Meus favoritos são as Listas de Bordo, onde já encontrei o ramo materno da minha avó paterna e paterno do meu avô paterno.

Para acessar, clique em Memória do Imigrante e procure pelo registro da passagem de famílias de portugueses, italianos, japoneses, coreanos, libaneses e outras nacionalidades que imigraram para o Brasil via porto de Santos entre 1887 e 1978, ou pessoas que foram registradas nos órgãos de fiscalização de estrangeiros em São Paulo entre os anos de 1939 e 1984.


Dados da Pesquisa online

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Info: Imagens do site mencionado. Não é um publieditorial. 


domingo, 30 de outubro de 2016

Pesquisando para Pesquisar em Cartórios Brasileiros

As pessoas que convivem comigo, vez por outra me ouvem afirmar uma das verdades mais absolutas da vida: "Se está fácil demais, está errado"

Talvez seja por isso que a pesquisa mais eficiente para dados corretos em genealogia, no Brasil, passe inevitavelmente pelos cartórios.

Já falamos sobre isso anteriormente aqui no blog, inclusive sobre a mão de obra, os custos e a chateação que envolvem essas buscas. É claro que que isso leva a outras máximas da vida como "Sem dor, sem resultado" ou "Tudo na vida tem um preço".

Se você estiver pensando em adotar a linha da pesquisa em cartórios, mas está perdido sobre como ou onde começar, uma boa opção é telefonar ou escrever para o cartório da cidade a ser pesquisada.

Alguns sites além do google ajudam nessa busca, dos quais recomendo o:

Anoreg/BR (Associação dos Notários e Registradores do Brasil)


Também gosto de pesquisar em CartoriosBr.

Dificilmente os cartórios respondem por E-mail, mas em geral a resposta via contato telefônico é boa.

Nesse meio tempo não se esqueça de que as máximas da vida sempre se aplicam muito bem à genealogia.




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Info: Ilustração da tag de uso livre não comercial.

domingo, 19 de junho de 2016

Ideias para extrair dados de lápides


Já mencionei anteriormente que pesquisa genealógica em cemitérios não é das minhas ferramentas favoritas... Via de regra, minhas incursões pelas quadras renderam mais fotos para a conta do flickr do que dados para a árvore genealógica.

Se você é um adepto da busca por dados em cemitérios é provável que já conheça essas dicas.
Caso esteja começando agora, eis as ferramentas necessárias para não passar aperto.



3 métodos de extração de dados em lápides desgastadas




1. Papel sulfite e Giz de cera

Quase todo mundo já fez isso com moedas ou outros objetos entalhados na infância e talvez seja por isso que essa seja a primeira ideia de extração de dados em lápides desgastadas.

Prender com fita crepe ajuda se a pedra for grande e se você estiver sozinho.

Será preciso ter muitas folhas e talvez dividir em setores para cobrir uma lápide inteira.


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2. Papel Alumínio

As folhas mais finas podem rasgar com mais facilidade, mas os rolos quase sempre permitem que uma lápide inteira seja coberta com perfeição.

O objetivo nesse caso seria fotografar a lápide coberta. O flash bem posicionado pode ser um aliado nesse tipo de extração de dados.

Para ler mais a respeito acesse o blog Organizeyourfamilyhistory.com (em inglês)

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Youtube (Champ1964) 
3. Farinha ou Talco

Espalhar farinha ou talco na lápide pode ajudar a ler e a fotografar: Não danifica e pode ser retirada com água.

Os especialistas preferem o talco.

Mais instruções podem ser encontradas nesse vídeo, de onde a imagem foi extraída.





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Info: As fotos não foram feitas pela autora e estão devidamente creditadas nas respectivas imagens.

domingo, 6 de março de 2016

Pesquisar na indexação do Family Search em 3 passos


Recentemente o familysearch registrou um boom no número de acessos e de pedidos de login e de pesquisa de visitantes no site no Brasil.

O blog do familysearch credita o fato a uma postagem no Facebook de um usuário que encontrou imagens de seus parentes no sistema.


Pra quem quer também quer pesquisar é muito simples:




1. Entre no site: www.familysearch.org e clique em Pesquisar.




2. Digite nomes e/ou datas e clique em Pesquisar.






3. Pesquise nas coleções. Os registros com marcação de máquina fotográfica possuem imagens que podem ser visualizadas.






* Para fazer essa pesquisa não é necessários ser membro do site.


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Info: Printscreens pela autora. Divulgação.





domingo, 11 de outubro de 2015

Pesquisa em Cemitérios


Tem bastante gente que sente uma certa repulsa em pesquisar cemitérios, mesmo entre os genealogistas.

Alguns psicólogos acreditam que é a ideia de encarar a morte o que motiva esse asco.
Se você não estiver entre os que sofrem de Coimetrofobia, que é esse medo intenso de cemitérios, essa postagem pode ser interessante...

Se estiver, talvez tenhamos boas notícias também.



A pesquisa genealógica em cemitérios é um recurso bastante comum para os genealogistas mais experientes e para o pessoal da velha guarda. 

Obviamente ela é muitíssimo ineficaz quando se anda num cemitério a esmo em busca de lápides com sobrenomes iguais ao seus.
Imagina procurar lapide por lápide cada Souza ou Silva de uma cidade grande?

Mas como fazer a busca?

Muitos cemitérios no Brasil já possuem um sistema de busca em totens no próprio cemitério, o que facilita muito a pesquisa. O problema nesses casos é que a maior parte só traz busca de falecidos dos últimos dez ou quinze anos e as buscas são feitas presencialmente, no referido cemitério.

Contudo, há cemitérios que disponibilizam sistemas de busca online
cemitério de Jaú é um excelente modelo do potencial da indexação de campas. No site o pesquisador pode procurar por nome do falecido, pais, data de falecimento ou localização do túmulo.

O cemitério de Santos é outro que conta com esse recurso.

Geralmente se realiza a pesquisa em cemitérios quando não há dados disponíveis em cartórios. Alguns dos ancestrais mais antigos em áreas mais remotas podem sequer ter sido registrados. Essa parte da pesquisa se torna bastante imprecisa. 

Normalmente esse tipo de extração, como um todo, gera dados menos precisos no que se refere aos nomes. Uma regra comum na ciência da genealogia sugere que quanto mais próximo da data de nascimento maiores são as chances de os dados serem corretos.

Contudo, muitas vezes se consegue dados importantes nos cemitérios, principalmente quando se trata de sobrenomes incomuns em cidades pequenas ou buscas por indivíduos específicos. É meio óbvio mas vale a pena ressalvar que sobrenomes iguais não significam parentescos, mesmo em casos como o citado.


As pesquisas nos cemitérios mais antigos são também muito interessantes do ponto de vista cultural e histórico. A arte cemiterial é muito diversa e normalmente faz sim a gente ponderar um instante sobre a vida e a morte. 


Info: Todas as fotos que ilustram essa postagem foram feitas pela autora com câmera analógica e filme asa 100 no cemitério da Saudade em Piracicaba, (SP), um dos mais antigos cemitérios do estado de São Paulo. 

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domingo, 8 de junho de 2014

Pesquisa em Microfilme SUD

[ Conteúdo Indisponível ou Obsoleto ]

* O programa de Solicitações de Microfilmes SUD foi descontinuado em Agosto de 2017. 
Essa postagem permanece no ar porque alguns CHFs optaram por manter suas coleções locais.

Em algum ponto das pesquisas genealógicas é possível (e muito provável) que o genealogista precise pesquisar microfilmes.

Algumas entidades mantem registros microfilmados de documentos históricos, mas a maior e mais importante biblioteca desse tipo de mídia é a mantida pela Biblioteca de História da Família de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.


Como funciona?

Para encontrar um microfilme, pesquise no catálogo de materiais genealógicos.


A pesquisa pode ser feita através dos seguintes critérios: Locais / Sobrenomes/ Títulos/ Autores / Assuntos/ Palavras-Chave.

Por exemplo: Sei que minha bisavó veio de Múrcia, Espanha. 
De posse dessa informação, consigo através do filtro Locais procurar microfilmes daquela região.

O sistema corrige e sugere a grafia dos nomes e retorna uma lista de microfilmes que se encaixam nos critérios pesquisados. 

Clicando no item desejado pode-se ver o número do microfilme e solicitá-lo.
(Atente que muitos filmes não indexados já estão disponíveis para consulta online no familysearch.org)


Como solicitar um microfilme não digitalizado?

A solicitação do microfilme é a parte mais complexa do processo.
Normalmente o melhor caminho é solicitar ao diretor do Centro de História da Família mais próximo de sua casa.

Para pesquisar os centros de história da Família clique AQUI.

Esse diretor ou diretora é uma pessoa que faz trabalho voluntário, normalmente de uma a duas vezes na semana, então cada um dos Centros de História da Família - CHF- funciona em horários e dias independentes.  

O contato por e-mail é mais eficiente e o diretor irá explicar o procedimento e solicitar o microfilme para você. 

Os microfilmes independentemente da forma como sejam solicitados são sempre entregues na casa do diretor do CHF, por isso é mais fácil conversar com o mesmo antes de solicitar um item, para não correr o risco de o mesmo ser devolvido por falta de informações do pesquisador.

Quando o microfilme chegar ao diretor ele irá lhe comunicar através do contato acordado e você poderá agendar sua visita ao CHF para começar a pesquisa.


Informações importantes:

O microfilme tem um custo de empréstimo relativo a postagem do material. 
Você deve combinar com o diretor do CHF escolhido a forma de pagamento.

Os tipos de empréstimos disponíveis no Brasil são: 

Curto Prazo (apenas microfilmes)
Empréstimos de Microfilmes por Curto Prazo têm duração de 90 dias, iniciando-se a partir do momento em que o pedido é postado.

Estendido (microfilmes e microfichas)
Empréstimos de microfilmes e microfichas por tempo estendido não tem uma data de devolução definida.

Renovações (apenas microfilmes)
Renovações de curto prazo terão a duração de 60 dias adicionais. As renovações de curto prazo não se tornam automaticamente renovações de empréstimo estendido. As renovações estendidas não têm uma data retorno definida.




O que mais você precisa saber?

Seja paciente. 
Pode ser que o microfilme que você deseja já esteja emprestado e leve algum tempo para chegar.

Seja paciente. 
Os marinheiros de primeira viagem costumam pensar que irão ao CHF uma única vez e lerão o filme todo ou acharão o dado logo nas primeiras páginas. Alguns registros não estão em ordem cronológica e outros tem uma leitura difícil devido ao estado da imagem original ou a caligrafia.

Seja paciente. 
Os voluntários que trabalham nos CHFs são pessoas normais que doam tempo e recursos para ajudar outros em suas pesquisas em função de suas crenças e valores. Seja polido e respeite essas crenças e valores. Tenha paciência se o diretor for "novato" e estiver sendo treinado.

*Não tenha medo.
Não fique acanhado em utilizar esse recurso por ser algo fornecido por uma igreja. Os voluntários são em geral hospitaleiros e respeitosos e estão acostumados com pesquisadores.

Um dado interessante, (relatado verbalmente pelos diretores) é que a maior parte dos pesquisadores de microfilmes SUD não são membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Não fique com medo de sua pesquisa ser condicionada a proselitismo ou compromisso religioso de sua parte, ou por ter ouvido ou lido algum comentário ruim sobre a Igreja e seus membros. 

Um bom pesquisador deve sempre averiguar uma informação por si mesmo, como você genealogista, está cansado de saber. 
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Info: Fotografia feita pela autora no CHF Campinas (Túnel)

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

FamilySearch: Indexação

[ Conteúdo Indisponível ou Obsoleto ]

O que é?


Depois de falar um pouco sobre o Family Search, não tem como não falar um pouco sobre indexação.

A indexação é um projeto para tornar pesquisáveis as coleções de registros digitalizadas pelo Family Search.

É feita por voluntários que baixam lotes e literalmente indexam os registros, digitando o que conseguem ler. Cada registro é lido e indexado por dois voluntários diferentes e conferido por um terceiro indexador experiente chamado de conferente.

Depois de concluído o trabalho, a coleção fica disponível para ser pesquisada.

Mais de 1 bilhão de registros já foram indexados até o momento.

Por que?

Por que fazer a indexação é tão importante e por que tantos voluntários se empenham nisso?
Recentemente o Family Search conseguiu explicar a motivação do trabalho em um vídeo de pouco menos de 3 minutos.




Para saber mais ou ler a postagem original acesse o blog do Family Search aqui.

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Info: Não é um publieditorial. Video "linkado" direto da fonte oficial.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Procurando Registros no FamilySearch

[ Conteúdo Indisponível ou Obsoleto ]

Para pesquisar registros de pessoas no FamilySearch, acesse:


A. Insira os nomes
1. No campo First names digite o nome e nome do meio da pessoa que estiver procurando.
2. No campo Last Names digite o(s) sobrenome(s) da pessoa que estiver procurando.


* Se quiser procurar apenas pelo sobrenome, digite-o no campo Last Names.


B. Insira o país
1. No campo country.











C. Insira dados de Nascimento, Falecimento, etc.
1. No campo Birthplace insira o local do Nascimento.


O Campo Year (Range) é para inserir o intervalo da data em que o evento pode ter ocorrido.
Por exemplo, a pessoa nasceu de (from) 1900 até (to) 1905, para o caso de não se saber a data exata.











* O campo Match all terms exactly restringe sua pesquisa a documentos que contenham apenas as informações exatas digitadas e por isso é de uso pouco recomendável.

Você também pode refinar sua busca usando o campo Search with a life event (Para procurar com um evento da vida da pessoa).










Birthplace - Local de Nascimento
Marriage Place - Local de Casamento
Residence Place - Local de Residência
Death Place- Local do Falecimento
Any (Outros eventos)


C. Clique em Search para fazer a pesquisa.

1. O site irá pesquisar em milhares de registros e lhe dará uma listagem de possíveis registros que atendam aos critérios da sua pesquisa.




D. Explore seus resultados.

1. Clique nos resultados que achar interessantes.
Vários dele trazem a imagem do documento.





















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Info: Printscreens do site. Utilizado somente como divulgação. 
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Nota de revisão: Esse tutorial continuará no blog para memória de arquivo, mas o sistema foi atualizado e esse tutorial tornou-se obsoleto.  

quarta-feira, 6 de março de 2013

Family Search

Não importa se você é iniciante em genealogia ou genealogista experiente, o Familysearch.org dificilmente vai estar fora da lista de favoritos do seu navegador.

O que é?

O FamilySearch é uma organização de pesquisa genealógica mantida pela A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e é a maior organização voltada para a pesquisa genealógica do mundo.

O que tem de especial?

O FamilySearch mantém uma coleção de registros, recursos e serviços gratuitos destinados a ajudar as pessoas a aprenderem mais sobre a história de sua própria família. A organização coleta, preserva e disponibiliza registros genealógicos do mundo inteiro.

O que mais?

Todos os serviços prestados pela organização em seu site são gratuitos.

Por que?

Um site desse porte que é gratuito parece bom demais pra ser verdade, já que todos os sites que oferecem serviços de qualidade são pagos ou mantidos por donativos. Contudo, pode explorar sem medo, que de fato, o FamilySearch é bom demais e é de verdade.

Esse amplo projeto está de acordo com as crenças dos membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias de que as famílias e os relacionamentos familiares foram instituídos por Deus e devem continuar depois desta vida e por isso é um projeto sem fins lucrativos.



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Info: Printscreen do site na data referida. Usadas somente para divulgação voluntária do sistema. Não é um publieditorial.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Macarronada e histórias familiares

Hoje fui almoçar com a minha avó.
A macarronada italiana dela (que é filha de uma espanhola com um romeno) é das melhores, mas também, 70 anos cozinhando não é para qualquer um.




Há anos venho pesquisando o os ramos familiares que compõem minha árvore genealógica e nesse ínterim já ouvi as mesmas histórias dezenas de vezes (pra ser sincera, não me canso delas). 

Cheguei a ficar uns dias na casa dessa avó, anos atrás, só para ouvir e anotar coisas sobre a nossa história familiar. Já fiz muitas perguntas, anotei muitos dados, vi fotos e mais fotos, preenchi gráficos de linhagem com ela e contudo, hoje ouvi uma coisa que nunca tinha ouvido; descobri que minha avó teve um irmão chamado Pedro que morreu ainda na infância. 

"Grande coisa! Isso acontecia com todo mundo naquela época..." - Você pode pensar.  
De encontro a essa verdade triste, a gente esbarra na linha que divide os pesquisadores de genealogia em duas categorias: Os que fazem a pesquisa e os que amam o trabalho.

Para fazer genealogia é preciso ter vontade e paciência.  
Para amar genealogia é preciso entender que cada pessoa conta.

Se você tem avós e bisavós vivos, faça preparativos para ir visitá-los o quanto antes.
Leve seu caderno, sua máquina fotográfica, ou seu gravador de áudio.

Daqui a não tanto tempo, o resultado de sua visita poderá ser um tesouro familiar sem comparação, exatamente como a macarronada com queijo meia cura que é tradição familiar por aqui.

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Info: Ilustração fotográfica feita pela autora.
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