domingo, 17 de abril de 2016

Digitalização de Fotos em papel texturizado

Todo baú de família tem seus bonitos exemplares dos antigamente chamados retratos; Fotografias reveladas em papel texturizado.

São peças únicas lindíssimas que geram um problema na hora da digitalização: O scanner entende a textura como parte da imagem e gera o que gosto de chamar de "morros de pixels".



Os melhores scanners que testei geraram os piores resultados na leitura da textura, o que é ligeiramente óbvio se a gente pensar na imagem como um todo, mas é igualmente frustrante.

Para se inserir nos sites e apps de genealogia, a textura digitalizada dá até um charme, mas ao imprimir cópias, as fotografias ficam parecendo pixeladas.

A solução mais prática e simples é digitalizar a fotografia através da técnica "Foto da foto".

Imprimir em papel texturizado pode ajudar a diminuir o efeito caso a imagem seja bem limpa e com poucos detalhes ou piorar caso tenha um cenário complexo. 



A digitalização Foto da foto perde detalhes, incluindo cores e manchas, o que pode ser uma coisa boa, em alguns casos. 

Desnecessário dizer que como tudo o mais em genealogia, esse processo se enquadra em "caso a caso".


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Info: Digitalização feita pela autora. A bonita foto que ilustra essa postagem é da Dona Elida e foi autorizada gentilmente por ela para ilustrar esse experimento.

domingo, 10 de abril de 2016

Família Almeida

Novo Brasão na página de Heráldica:


Almeida é um sobrenome de origem diferente: É derivado de lugar e se origina na nobreza portuguesa. O primeiro a usar o nome e fundador da família, foi Payo Paes Guterres, que na época do segundo rei de Portugal, tomou dos árabes em Riba Coa, o Castelo de Almeida e o recebeu como feudo.

Após sua morte seus descendentes adotaram o sobrenome como nome de família. A Família é ligada, portanto ao sobrenome Gutierrez.

Apesar da origem portuguesa, Almeida é uma palavra derivada do árabe: al = significa o, a, os, as / majíd = significa glorioso/ Almajíd, ao longo do tempo, evoluiu para Almaída, Almaida e Almeida.

O brasão traz uma uma dobre-cruz e seis besantes, nas cores vermelho e ouro, simbolizando riqueza e poder.

Para saber mais:


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Informações de direitos autorais: Brasão vetorizado pela autora do AmoGenealogia. Somente uso livre não comercial permitido. É proibido o uso comercial dessa imagem (especificamente dessa arte, uma vez que os brasões não possuem donos) sem a permissão da autora. Pode ser salvo, pinado, reproduzido e utilizado para uso pessoal sem necessidade de atribuição. Para mais informações acesse: Heráldica

domingo, 3 de abril de 2016

Novidades

Na programação de uma série de pequenas mudanças aqui no blog, começamos pelo layout.
Esse espaço ficou mais minimalista e mais clean em seus novos tons neutros e verde (calçado no ocre).

Também foi acrescentada uma aba nova dedicada aos links. 

Estão programadas postagens e séries novas á partir de maio, mas nos próximos dias ainda alguns ajustes estarão acontecendo (a vida é gerúndio) nas páginas e na barra lateral.

E no meio dessa pequena reforma, seguimos amando genealogia!

domingo, 27 de março de 2016

Family Search App

É difícil achar um genealogista que prefira o smartphone ao desktop...
Os programas e sites no tradicional computador doméstico são sempre melhores.

Isso não quer dizer que os apps não sejam ótimos recursos, especialmente para coleta de dados na casa de familiares. 

Há poucos apps bacanas sobre o assunto. 
Obviamente o FamilySearch está entre eles.

A grosso modo tenho usado o app para conferir dados e para mostrar informações a parentes, mas recebo relatos de pessoas que tem gostado de trabalhar no aplicativo.

Tenho Ancestry e MyHeritage no celular, mas comecemos pelo FamilySearch, porque é o único app realmente gratuito.

O que tem de bom?
Sua árvore, seus dados, suas fotos.
Praticamente tudo o que você está acostumado a usar no site está lá.


O que tem no site que não tem no app?
A visualização na versão mobile é bem prática e o visual até mais bonito, mas algumas ferramentas bacanas como pesquisar possíveis repetições são restritas ao site.


Visualização do app no IOS

Visualização no site

Vantagens da versão mobile?
Carrega super rápido e fornece todos os seus dados. 
Óbvio, mas importante.

Rola ficar só no app?
Não "rola" não.
O uso de ambas as plataformas é necessário e muito eficiente.


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Info: Printscreens pela autora e ilustração do celular feita com skin de uso livre não comercial. Não é um publieditorial.


domingo, 20 de março de 2016

Posteres

O site do Family Search está com uma nova campanha onde usuários podem criar posteres à partir de suas árvores genealógicas.






São 4 posteres diferentes (3 usam nomes de forma aleatória e 1 usa o padrão convencional de árvore). Todos podem ser criados e salvos em PNG ou PDF no link: Family Search Posteres.


O PDF é gerado com cerca de 300 KB e tem tamanho de um A4 e padrão de cores RBG.
O PNG tem cerca de 800KB, com 1530 por 1980 pixels também em RGB.



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InfoPrintscreens feitos pela autora.  [Divulgação]. Não é mum publieditorial.

domingo, 6 de março de 2016

Pesquisar na indexação do Family Search em 3 passos


Recentemente o familysearch registrou um boom no número de acessos e de pedidos de login e de pesquisa de visitantes no site no Brasil.

O blog do familysearch credita o fato a uma postagem no Facebook de um usuário que encontrou imagens de seus parentes no sistema.


Pra quem quer também quer pesquisar é muito simples:




1. Entre no site: www.familysearch.org e clique em Pesquisar.




2. Digite nomes e/ou datas e clique em Pesquisar.






3. Pesquise nas coleções. Os registros com marcação de máquina fotográfica possuem imagens que podem ser visualizadas.






* Para fazer essa pesquisa não é necessários ser membro do site.


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Info: Printscreens pela autora. Divulgação.





domingo, 31 de janeiro de 2016

Projeto para 2016

Neste mês, esse blog completou três anos.

E o mês finda com um o início de um novo projeto: Voltar a árvore genealógica do início, anexando fontes e verificando dados.




Esse projeto pode ser um desafio para quem está adiantando, mas é extremamente necessário.
É também o melhor conselho para quem está começando agora, para poupar esse trabalho mais tarde.

Sobre esse tema é comum lermos o seguinte: "Genealogy without Proof is Mythology", e variantes que tem o mesmo significado: "Genealogia sem fontes é Mitologia".


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Info: Ilustração fotográfica pela autora.




quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

5 dicas para viagem Genealógica à Itália

Os genealogistas adoram o combo Turismo+Genealogia e se você está planejando seguir essa combinação, essa postagem pode ser do seu interesse.


1. Atente para a região a ser visitada/pesquisada.

A Itália é cheia de comunas: Comuna é a unidade básica de organização territorial da Itália e não é exatamente como os municípios brasileiros. As comunas podem ser cidadezinhas bem pequenas.

Então se você tem conhecimento que seus antepassados vieram de Gênova ou de Módena saiba que isso não significa muita coisa: Gênova tem 67 comunas em uma área de 243 km² e Módena tem 47 comunas em uma área de 182 km².


Procurar a esmo é literalmente como tentar achar uma agulha em um palheiro.


2. Como está o seu italiano?

Com o inglês dá pra se virar no mundo todo, certo?!
#Só que não

No interior da Itália, mímica ajuda mais que inglês, por isso se non parla italiano, essere pronti a non capire nulla.

3. Como está a sua sorte?


Assim como aqui no Brasil, não há uniformidade nos cartórios e paróquias. Você pode ser super bem tratado pelo simpático responsável pela casa paroquial de Pomponesco e tratado de forma ríspida pelo pároco de Dosolo.

O povo nos cartórios costuma ser educado, mas de novo, inglês não é o idioma universal e a barreira do idioma é realmente um obstáculo.


4. Programe-se.

Há lugares que não abrem em determinados dias da semana. Fique atento.


5. Enquanto isso...

Enquanto se prepara para viajar juntando centenas de reais para trocar por dezenas de euros (Câmbio cruel esse...), que tal ler esse artigo sobre escrever cartas para as províncias italianas ou tentar aprender italiano online?

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Info:  A autora não parla italiano. 
Fotos e informações  dessa postagem são cortesia do genealogista Marcos Nolli e foram feitas na comuna de Mantova (Pomponesco, Corrégio Verde e Dosolo) em meados de junho de 2015. 

Dados e informações complementares sobre viagem genealógica à Itália colhidas em conversa com a senhora Maria Aparecida Veronezi.



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