domingo, 26 de março de 2017

Acervo digital do Museu da Imigração de SP

No circuito de lugares favoritos dos genealogistas brasileiros, figura sempre o Museu de Imigração do Estado de São Paulo.


Na primeira vez que fui pesquisar registros da hospedaria em busca de dados genealógicos, o Museu da Imigração era conhecido como Memorial do Imigrante. A pesquisa já era organizada, mas era feita in loco, lá na Mooca. (Essa frase ficou engraçada).

Hoje, o museu tem mais de 250 mil imagens digitalizadas, disponíveis para consulta online que incluem:

Iconografias; Documentos que solicitam restituição das despesas de transporte dos imigrantes até a chegada ao Brasil; Dados do livro de registro das pessoas que passaram pela Hospedaria de Imigrantes; Mapas e plantas referentes a núcleos coloniais, plantas da antiga Hospedaria de Imigrantes e do Museu da Imigração; Publicações de colônias de imigrantes no Brasil, com edições entre os anos de 1886 e 1987; Documentos que declaravam uma garantia de auxílio ao imigrante que pretendesse se juntar à sua família já instalada no Brasil.




Meus favoritos são as Listas de Bordo, onde já encontrei o ramo materno da minha avó paterna e paterno do meu avô paterno.

Para acessar, clique em Memória do Imigrante e procure pelo registro da passagem de famílias de portugueses, italianos, japoneses, coreanos, libaneses e outras nacionalidades que imigraram para o Brasil via porto de Santos entre 1887 e 1978, ou pessoas que foram registradas nos órgãos de fiscalização de estrangeiros em São Paulo entre os anos de 1939 e 1984.


Dados da Pesquisa online

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Info: Imagens do site mencionado. Não é um publieditorial. 


domingo, 19 de março de 2017

Digitalização de Fotos Antigas: A importância do Verso

Anteriormente, aqui no amogenealogia, já falamos de digitalização de fotos antigas, inclusive sobre os processos de foto da foto e scanner.

Correndo o risco de soar desnecessário para os veteranos para não correr o risco de deixar uma lacuna para os ingressantes, fica a dica:

Nunca se esqueça de digitalizar o verso das fotografias.

O hábito abençoado de grafar legenda no verso já ajudou muitos pesquisadores a resolver mistérios e também já criou muitos mistérios não resolvidos.




Essa foto que ilustra a postagem veio dos arquivos do meu falecido avô, e é da família de Artur Panini, de Santa Catarina.

A família Panini faz parte do ramo que compõe a parte materna da parte paterna do meu ramo paterno. (Sim, genealogia ás vezes dá nó na língua e na cabeça).

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Info: Foto dos arquivos de meu avô Dorival, cedida pela minha avó.

domingo, 12 de março de 2017

Família Sales

Novo Brasão na página de Heráldica:


Sales é um sobrenome português, cuja origem  frequentemente e é classificada como religiosa, podendo ser considerada também toponímica ou patronímica.

Alguns afirmam que o sobrenome vem da abreviação do nome São Francisco de Sales, bispo de Genebra, canonizado pela igreja Católica e importante figura no movimento conhecido como contrarreforma.

Há muitas variantes de origem e de brasão, sendo comum um escudo azul com duas faixas vermelhas na horizontal. Entre as faixas figuram um crescente seguido de duas estrelas de seis pontas em ouro.

Há variação de grafia também, sendo Salles bastante comum. Sale e Salle também são variações de grafia.


Para saber mais:



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Informações de direitos autorais: Brasão vetorizado pela autora do AmoGenealogia. Somente uso livre não comercial permitido. É proibido o uso comercial dessa imagem (especificamente dessa arte, uma vez que os brasões não possuem donos) sem a permissão da autora. Pode ser salvo, pinado, reproduzido e utilizado para uso pessoal sem necessidade de atribuição. Para mais informações acesse: Heráldica

domingo, 5 de março de 2017

Sobre as Coisas Novas nos Lugares de Sempre


É impressionante como a internet e as novas tecnologias abriram, melhoraram, ampliaram, e possibilitaram novos patamares à pesquisa genealógica.

Uma das coisas mais legais nesse ínterim é que sempre tem coisa nova nos lugares de sempre!
Quem usa myheritage deve estar acostumado a receber semanalmente os e-mails sobre novos matches, assim como as atualizações frequentes nos apps do ancestry e do familysearch.




Há algumas semanas descobrimos que microfilmes da Ucrânia foram liberados em parceria do acervo do governo com o familysearch.


O que nos traz a outra importante dica para os pesquisadores de ramos enroscados:




Periodicamente novos itens são disponibilizados online.


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Info: Ilustração dos vídeos de treinamento do familysearch, utilizada somente para divulgação. Reprodução proibida.
Não é um publieditorial.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Resoluções de questões de difícil solução

Imagine que tudo o que você sabe sobre seu bisavô é que ele emigrou de um país da antiga união soviética, nunca contou muito sobre o passado, mudou de nome, queimou os documentos e morreu levando todas as informações que seus pais, tios, primos e avôs em vão tentaram extrair.

Durante anos a fio, o ramo paterno da minha avô paterna foi esse mistério insolúvel.
As únicas pistas eram uma data e o nome da cidade, conforme registradas (sem comprovação) no registro de estrangeiro.

A cidade era (ainda é) minúscula, rural, de difícil acesso, atualmente território da Ucrânia, mas anteriormente Romênia. Os microfilmes pesquisáveis para a região estavam em alemão, romeno e russo.

Para ajudar, o nome e a data haviam sido informações fornecidas apenas verbalmente pelo bisavô aos oficiais brasileiros, ou seja, poderiam não ser verdadeiras.

Então esperamos.
Esperamos.
Esperamos.

Esperar é também uma arte na arte da genealogia.

Para ser honesta, preciso dizer que não tinha esperança de encontrar o fio dessa meada
(Talvez, se algum dia fossemos para a Bucovina, o que não estava nos planos... E sem  falar romeno, seria preciso muita muita sorte ou intervenção Divina, para descobrir os dados desejados)

Chegamos a cogitar, sem sucesso, um curso do idioma ou procurar um falante nativo que escrevesse uma carta. Chegamos a prospectar genealogistas profissionais e pagar anuidade na sociedade bucovina de genealogia para acesso a banco de dados.

Mas os anos passaram e o ramo enroscado ficou lá parado.

Então anos atrás, uma prima que eu não conhecia, me procurou para saber em que pé estava esse ramo comum da nossa genealogia e eu comentei com ela que "não estava" porque não havia pistas concretas.

Ela comentou que tinha um certificado que não ajudaria muito, porque o nome estava faltando.
Pedi e ela me enviou o arquivo digital, que realmente não tinha nome.



O certificado de batismo do nosso bisavô continha a data e o local de nascimento, confirmando a informação fornecida nos documentos brasileiros de imigração, o que por si só já era uma fonte valiosa. Mas o antigo documento surrado continha também uma peça chave para a continuação da busca: "Numerul casei", que descobri ser "Número da casa", não um número de casa enquanto residência, mas casa no sentido de Família.

De posse desse número valioso, pesquisei e descobri que haviam três peças de microfilmes de Zastawna no catalogo da FHL, então entrei contato com o diretor do CHF mais próximo e solicitei o rolo que compreendia o ano que eu procurava.

Para quem desconhece a pesquisa em microfilmes fornecidos pela A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o blog tem uma postagem detalhada sobre o assunto aqui.

Minha caixa chegou em alguns dias e corri lá para olhar o filme num domingo à noite. (Os CHFs são mantidos por voluntários e tem horários diferentes de funcionamento em cada localidade).

E lá na data, estava a casa 191.




Por causa desse número pequeno, que aqui é o telefone da Polícia Rodoviária, descobri o nome correto do bisavô e seus pais (trisavós) e descobri filhos deles, que minha avó e seus irmãos desconheciam:

Mapia, Euphrozina, Teophie.

E sei que tem mais irmãos perdidos nos outros dois rolos, que em breve, espero encontrar. 
(Obrigada Josu e Tammy pela assistência nessa pesquisa remota, direto da FHL.)

Então, se sua genealogia está parada em de questões de difícil solução, não desanime.
Quem acredita sempre alcança, e várias vezes quem não acredita (presente!) também.


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Info: Imagens de certificado fornecida por Rita Michailuca e página do microfilme original dos arquivos da FHL somente para ilustração.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Família Toledo

Novo Brasão na página de Heráldica:


Toledo é um sobrenome espanhol de origem toponímica.

O sobrenome vem da região de Toledo (Toletum) na parte central da Espanha, assentamento humano muito antigo com histórico da coexistência de povos cristãos, muçulmanos e judeus.

Há variantes de brasão, sendo o mais comum um escudo dividido em cinco partes, xadrezado de prata e azul.


Para saber mais:



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Informações de direitos autorais: Brasão vetorizado pela autora do AmoGenealogia. Somente uso livre não comercial permitido. É proibido o uso comercial dessa imagem (especificamente dessa arte, uma vez que os brasões não possuem donos) sem a permissão da autora. Pode ser salvo, pinado, reproduzido e utilizado para uso pessoal sem necessidade de atribuição. Para mais informações acesse: Heráldica


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Família Ribeiro

Novo Brasão na página de Heráldica:


Ribeiro é um sobrenome português de origem toponímica.

O sobrenome vem literalmente de Ribeiro, "pequeno rio" ou ribeirão.
Sabe-se que as família Ribeira e Ribeiro, embora com brasões diferentes tem a mesma origem. Acredita-se que tenha sido uma das primeiras famílias a vir para o Brasil.

O brasão é um escudo esquartelado com o primeiro e o quarto de ouro, com quatro palas de vermelho; o segundo e terceiro de negro, com três faixas veiradas de prata e vermelho.

Para saber mais:



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Informações de direitos autorais: Brasão vetorizado pela autora do AmoGenealogia. Somente uso livre não comercial permitido. É proibido o uso comercial dessa imagem (especificamente dessa arte, uma vez que os brasões não possuem donos) sem a permissão da autora. Pode ser salvo, pinado, reproduzido e utilizado para uso pessoal sem necessidade de atribuição. Para mais informações acesse: Heráldica


domingo, 29 de janeiro de 2017

Árvore Genealógica para crianças

Árvore genealógica cute para iniciação genealógica dos pequenos.
Já pensou nessa ideia?


Pode ser montada com fotos ou com desenhos feitos pela própria criança.
(Essa é a da Bia!)

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Info: Imagens criada pela autora. Reprodução proibida.
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